sábado, novembro 17, 2012
Trocadilhos
"Trocadilhos de amor
Migalhas de tudo aquilo que tenho
No fim o silêncio fala alto
Ele grita no vale de morte
A morte de um ego
A morte do orgulho.
Normalmente isso não seria um sim
Mas se não for positivo
Provavelmente não será negativo
É que por dentro só a escravas
Escravas do porém, do irreal
Nasce assim caveiras,
Caveiras que soam o marginalizado.
E uma espera eterna
No fim não vale a pena
Pelo menos, não agora
E tudo te traz por algum motivo
Lagrimas de sangue
Um sangue colateral,
E no fim do fim
ouve-se
_podemos parar?
Do outro lado do mundo
Respondem que sim
_Sim, está tudo bem!
Mas no fundo nada está bem,
Nada é bom,
Tudo é vazio,
E tudo quer gritar, chorar, lamentar...
Mas com quem?
O tempo se acabou."
(Dayane Gandra)






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