quinta-feira, setembro 05, 2013


Opulento amor



"O senhor que me despreza, esse tem meu coração
em prazer que me encontra pela noite sombria
sem que'u encontre a morte.

Nessas flores que nos envolve
Vejo o mar que nos persegue
entre o dragão que nos vigia
por dia/noite nessa vila.

O desprezo novamente retorna, no
novo retornar que há sempre de amar.
Não é nada explicável o jeito da menina
do menino a lhe tratar.


A senhora não entenderia o peso das lembranças
o peso das lagrimas que ainda nem mesmo 'correram'
não saberia sem o conhecer."

                                                                                        (Dayane Gandra)


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