domingo, abril 28, 2013


Sinta- se


''São as pessoas, elas me deixam assim
me deixam com o coração pequeno
quase diluído.
Os culpados não são os meus ouvidos
meus olhos observam os culpados baterem a minha porta
sinto as entranhas desaparecerem no nada.
Gelos estão derretendo com facilidade
o Sol não está quente o suficiente
Cérebros ainda estão em atividades normais
precisamos fazer algo quanto a isso o mais rápido, o que dizer?

O egocentrismo emocional e primordial do velho não saber entendido
Entenderia meu velho 'achomêtro'
Mas e a lealdade onde se encontra entre aqueles que você dizia conhecer?
Onde está a verdade nos olhos daqueles que dividem a mesa contigo?
Onde acharemos algo tão perdido se não procurarmos em nós mesmos?
O que fazer?
Não há mais pontes sobre as águas, os rios se secam por nada terem de  beber 
As aves,
AH! essas se foram.
Assim como os verdadeiros se foram com o tempo.
Meus olhos sem terem o que ver olham para o nada
Para a criança de rua com mãos sujas e sorriso no rosto
Olham para o casal de namorados se imaginando a sós
Olham para o abismo que está nos preenchendo pouco a pouco
Esses olhos que entendem as coroas desfeitas 
os amores jurados e as guerras travadas.
Sim, são apenas olhos
Mas com visão"
                                                                                                (Dayane Gandra)



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