ao lembrar de você.
Vai entender o que há em minha respiração ao pensar
em você a todo momento.
Vai entender as perdas que tenho por sua culpa.
Os transes que sofro
ou se não me engano o transe que vivo.
Da mesma forma,
há momentos inversos
Momentos que sinto ciumes
Ciumes incontroláveis...
Como se alguém me prendesse em meus próprios medos
E me deixasse ali para um 'sempre'
É terrível essa sensação.
Como se alguém ou algo
A qualquer momento pudesse me tirar você
E eu novamente ficar só.
Condicionalmente estranho para uma pessoa
Insegura ao ápice do mundo.
Dessa forma, fecho a 'cara' pra mim mesmo
E me enveneno em meus próprios sentimentos
Me transformo em algo indecifrado.
De repente, olho para seu olho
Mesmo que distante, percebo que nada mudou
E que nada mudará
E que você ainda está aí, no lugar que sempre esteve
Fazendo as mesmas coisas;
Com esse sorriso que me deixa 'boba'.
(Dayane Gandra)





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