"Ser o ser
Falar ao imortal
Morte de ideias, morte de ideais
Vejo mascaras, as terras estão molhadas
Disfarçar o real, sentir a realidade mórbida.
Isolar o que já é isolado
Cheiros, desejos, vontades e prazeres
Por fim, peco ao luar.
Não é como antes
Após o primeiro ato,
Mas irrevogavelmente o presente é prazeroso
É incrível a sensação de liberdade
Sensação de poder
Como se um navio avançasse sobre o mar
Pensar em ser ou não ser,
Profundamente sinto sua respiração,
Ahh, como eu te sinto daqui."
(Dayane Gandra)






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